Social semiotic experience of a crawler before nine months old
ABSTRACT. In this talk, I present preliminary findings from an ongoing longitudinal research project examining the language development of a child in a multilingual environment. The project is a collaboration with Dr Lilian Ariztimuño and Dr Margarita Vidal Lizama. This talk focuses on the child’s sign-making involving vocalisation between the onset of crawling and 9 months of age. The work presented here was developed in close collaboration with Dr Lilian Ariztimuño.
Although Halliday’s (1975) model of protolanguage, particularly its account of microfunctions, has been highly influential and informed later case studies (Painter, 1984; Torr, 1987), alternative interpretations of children’s early meaning-making are possible. These include privileging the child’s intersubjective reality (Halliday, 1978/2004) and foregrounding affect (Painter, 2003). In this study we identify the ‘content’ of the child’s meaning-making by describing her social experiences, integrating both intersubjective and affective perspectives. I show that the child’s expressions of social experiences involve the co-selection of body movements, facial expressions, and vocalisations. Resources from each mode, together with their rhythmic organisation, are analysed systematically. Body movements are described in terms of muscle engagement, intentional direction, motion, and speed (Ngo et al., 2022). Facial expressions include movements of the eyebrows, eyes, cheeks, and mouth (Feng & O’Halloran, 2012; Ngo et al., 2022). Vocalisations are analysed prosodically, recognising three emerging ranks of meaning-making: a sonority wave based on articulation of posture and contact, a melody unit based on pitch movement, particularly the voice qualities described in Ariztimuño, (2024, 2025), and an emerging intermediate rank based on rhythm that develops towards 9 months of age. This framework systematically reveals the multimodal nature of sign-making at this early stage of development, links physical milestones with language development, and identifies the emerging role of vocalisations within the child’s sign-making repertoire.
Diálogos teórico-metodológicos entre linguística de corpus, estudos críticos do discurso e linguística sistêmico-funcional
ABSTRACT. Esta mesa-redonda tem como objeto de discussão a articulação entre a Linguística Sistêmico-Funcional (LSF), a Linguística de Corpus (LC) como base teórico-metodológica para a análise empírica da linguagem em uso, e os estudos críticos do discurso (ECD), com ênfase em práticas discursivo-críticas em contextos interculturais, educacionais e sociais do Sul global. O problema que orienta as apresentações consiste em compreender de que modo a integração entre essas abordagens pode ampliar o potencial analítico dos estudos linguísticos ao articular descrição funcional da linguagem e investigação sistemática de padrões observáveis em grandes conjuntos de dados empíricos. O objetivo da mesa é discutir como a interface entre LSF, LC e ECD contribui para a análise de práticas discursivas socialmente situadas, articulando evidências quantitativas e interpretação qualitativa na investigação do discurso. Do ponto de vista teórico, a proposta fundamenta-se na Linguística Sistêmico-Funcional, que concebe a linguagem como um sistema semiótico social organizado em metafunções ideacional, interpessoal e textual, sempre relacionado às condições socioculturais de produção do discurso (Halliday; Matthiessen, 2014) em seu diálogo com a abordagem faircloughiana da Análise de Discurso Crítica, que compreende o discurso como um dos elementos das práticas sociais capaz de produzir e reproduzir relações de poder, ideologias e representações sociais (Fairclough, 2001, 2003). Em termos metodológicos, a Linguística de Corpus e a articulação de diferentes softwares em pesquisas qualitativas oferecem instrumentos para a exploração sistemática de grandes conjuntos de dados linguísticos autênticos, permitindo identificar padrões lexicogramaticais, regularidades discursivas e tendências semântico-pragmáticas em diferentes práticas sociais (Chouliaraki; Fairclough, 1999). Metodologicamente, as pesquisas apresentadas caracterizam-se como estudos empírico-analíticos baseados em corpora digitais, que combinam procedimentos quantitativos, como análise de frequência, coligações e concordâncias, com interpretação qualitativa orientada por categorias sistêmico-funcionais e por perspectivas discursivo-críticas. Reúnem-se, nesta mesa, quatro investigações desenvolvidas pelos proponentes, que analisam corpora representativos de diferentes práticas discursivas em contextos interculturais, educacionais e sociais. Os resultados preliminares indicam que a integração entre LC, LSF e ECD favorece descrições mais refinadas de padrões lexicogramaticais e discursivos, possibilitando análises que articulam linguagem, cultura e relações sociais. Como contribuição, a mesa evidencia o potencial dessa interface para fortalecer abordagens empiricamente fundamentadas e criticamente orientadas na investigação da linguagem, contribuindo para o desenvolvimento de perspectivas analíticas situadas no Sul global e para o avanço de pesquisas que articulam descrição linguística e interpretação social do discurso.
Géneros discursivos y formación ciudadana en el nivel secundario: indagación de la conformación de tres campos fundamentales en un área de participación social crítica
ABSTRACT. La mesa que aquí se presenta da cuenta de un trabajo de investigación que se propone, como primer objetivo, indagar de qué manera se construyen como campo tres ejes considerados fundamentales para la formación ciudadana según la legislación argentina (Leyes Nacionales Nº 26.206; 26.150 y 27.621). Para lograrlo, se aborda el análisis de textos que circulan en el ámbito escolar secundario sobre derechos humanos, educación sexual y educación ambiental, a fin de aplicar el conocimiento que de allí surja a la enseñanza de la lectura y la escritura, con el objetivo de que los estudiantes obtengan recursos teóricos y en el uso del lenguaje para participar en el debate sobre temas cruciales para la construcción de ciudadanía democrática. La primera ponencia desarrolla una justificación para el análisis desde la perspectiva de géneros discursivos (Martin & Rose, 2007; 2008) en el marco de la educación secundaria, orientada a la enseñanza de la lectura y la escritura. A continuación, fundamenta el abordaje de textos escolares en el campo general de formación ciudadana y, finalmente, propone la metodología a seguir para el análisis (Moyano, 2021). La segunda se concentra en analizar un corpus de cuatro Justificaciones sobre derechos humanos y la guerra de Malvinas, tema crítico para la argentinidad. En el análisis se encuentran variaciones en la estructura esquemática del género y un uso frecuente de recursos valorativos. La tercera ponencia se propone indagar la construcción del campo de la educación sexual integral. En este primer abordaje, se encuentran tres textos que pueden ser considerados instancias de informes descriptivos que, al igual que los textos sobre Malvinas, cuentan con recursos valorativos en una frecuencia alta. Los resultados hallados hasta el momento parecen indicar que además de construir conocimiento disciplinar sobre los campos considerados, los materiales didácticos sobre formación ciudadana buscan el alineamiento de los estudiantes lectores con la posición que sostuvieron las fuentes oficiales hasta el período de gobierno que finalizó en 2023.
Referencias bibliográficas
Congreso de la Nación Argentina. (2006). Ley Nº 26.206 de Educación Nacional.
Congreso de la Nación Argentina (2006). Ley Nº 26.150 de Educación Sexual Integral.
Congreso de la Nación Argentina (2021). Ley N° 27.621 de Educación Ambiental Integral.
Martin J.R. & Rose, D. (2007). Working with Discourse. Meaning Beyond the Clause. Continuum.
Martin J.R. & Rose, D. (2008). Genre Relations. Mapping culture. Equinox.
Moyano, E. I. (2021). Metodología para la descripción de géneros en el marco de la Lingüística Sistémico-Funcional: su adaptación al español. Organon 36 (71), 257–279.
Autismo e leitura multimodal no ensino fundamental: um estudo de caso sobre a transposição didática de textos multimodais à luz da linguística sistêmico-funcional
ABSTRACT. Este trabalho busca analisar as questões da transposição didática de textos multimodais em atividades de leitura para alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino fundamental anos finais. Além disso, reflete o reconhecimento de que os usos contemporâneos da linguagem são cada vez mais multimodais, exigindo o envolvimento do professor em novas estratégias pedagógicas para o ensino de textos que refletem diferentes modos semióticos, incluindo imagem, escrita e elementos visuais. Nesse sentido, o objetivo central deste estudo é investigar as percepções e as questões de como os professores de Língua Portuguesa percebem e abordam a transposição didática de textos multimodais para alunos com TEA no ensino fundamental anos finais. Metodologicamente, esta pesquisa configura-se como um estudo de caso exploratório envolvendo 24 professores de Língua Portuguesa da rede pública municipal de Bom Jardim, no estado de Pernambuco, Brasil.
Para tanto, a coleta de dados ocorreu via Google Forms, utilizando um questionário estruturado que visou explorar as práticas pedagógicas, dificuldades didáticas e as necessidades formativas sobre como lidar com a leitura multimodal em contextos inclusivos. A análise dos dados foi orientada teoricamente à luz da Linguística Sistêmico-Funcional (Halliday, 1985), da Gramática do Design Visual (Kress e van Leeuwen, 1996), da Análise do Comportamento Aplicada – ABA, e da transposição didática (Chevallard, 1991). Os resultados indicam uma luta notável em relação à adaptação e ao ensino de textos multimodais para alunos com TEA, estabelecendo assim lacunas na formação de professores no que diz respeito à educação inclusiva e à literacia multimodal. Consequentemente, o estudo apoia ações formativas que auxiliem os professores a criar uma pedagogia mais acessível e inclusiva na educação em leitura.
Escritura multimodal de pregrado en ciencias naturales y licenciatura en ciencias de la ingeniería: evidencia empírica, andamiaje para la alfabetización multimodal en STEM y proyecciones hacia marcos analíticos topológicos del color
ABSTRACT. La escritura multimodal en la formación universitaria STEM exige articular lenguajes semióticos para construir el significado disciplinar. Además de la literacidad en ciencias, la consideración previa es relevante también para la comunicación científica hacia la ciudadanía. El estudio analiza ensambles multimodales en 16 posters de estudiantes de primer año de pregrado, pertenecientes a dos universidades del CRUCH: un 50% corresponde a estudiantes de Licenciatura en Ciencias Naturales y un 50% a estudiantes de Licenciatura en Ciencias de la Ingeniería. En el primer caso, se abordan temáticas vinculadas a biología molecular. En el segundo, el foco es dar cuenta de un informe de política pública que aborde uno de los Objetivos de Desarrollo Sostenible (ODS) (Naciones Unidas, 2018), desde una perspectiva crítica orientada al desarrollo social, económico y ambiental en el contexto latinoamericano. El marco teórico integra la Gramática Sistémico-Funcional desde la metafunción ideacional y el sistema de TRANSITIVIDAD (Halliday y Matthiessen, 2014), la propuesta multimodal de Kress y van Leeuwen (1996, 2021), el análisis de imágenes infográficas en ciencias (Unsworth et al., 2022), y los sistemas de integración semiótica mediante ensambles multimodales intra e intersemióticos (Unsworth, 2021; Martin y Unsworth, 2023). Metodológicamente, se trata de un estudio cualitativo-interpretativo de orientación inductiva. Los 16 afiches fueron analizados mediante ensambles verbales-visuales descompuestos en macro y microgrupos, integrando el sistema de TRANSITIVIDAD, el sistema de estructuras analíticas visuales y el sistema de agregación multimodal integrado verbal-visual. Los resultados evidencian que los ensambles articulan el modo verbal con imágenes conceptuales a través de nominalizaciones y tecnicalidad. Sin embargo, se identifican áreas de desarrollo: la relación entre etiquetas verbales contenidas en las imágenes, la escritura del estudiante y la ausencia de abordaje explícito del color como modo semiótico. El estudio aporta evidencia empírica y lineamientos de andamiaje para la alfabetización multimodal en las áreas STEM mencionadas. Teóricamente, los resultados muestran proyecciones desde Latinoamérica hacia marcos analíticos topológicos para el color, sustentados en valores paramétricos (van Leeuwen, 2012), lo que es consistente con la idea de Matthiessen (2007) de que los sistemas semióticos se organizan por composición en distintos rangos o niveles.
Ensambles multimodales de expansión y contracción: oportunidades de aprendizaje en clase de inglés
ABSTRACT. Esta presentación se identifican ensambles multimodales (Kress 2010) de expansión y de contracción, según resultados de una investigación mayor sobre ensambles multimodales y oportunidades de aprendizaje de la oralidad en clases de inglés lengua extranjera en modalidad presencial y remota en educación media pública en Uruguay. La investigación consistió en un estudio longitudinal de cuatro casos. Se videograbó una unidad curricular completa de cuatro cursos de distintas instituciones de educación media uruguaya. Para cada caso se caracterizaron los ensambles de tres modos semióticos: el visual (Kress y van Leeuwen 2021; Painter et al 2013), el verbal oral (Halliday y Matthiessen 2014; Rose y Martin 2012) y el verbal escrito (Halliday y Matthiessen 2014) y se exploraron las oportunidades de aprendizaje (Gibson 1979) del inglés oral que ofrecen.
Los resultados mostraron que hay una clina de ensambles multimodales entre ensambles que expanden y ensambles que contraen las oportunidades de los estudiantes de aprender. En los ensambles multimodales de expansión los modos semióticos verbales expanden los significados ofrecidos por el modo visual (transducciones descriptivas e interpretativas) y por eso amplían las oportunidades de aprender, usar y desarrollar el inglés de los estudiantes. En los ensambles multimodales de contracción, los modos semióticos verbales restringen los significados ofrecidos por el modo visual (transducciones nominativas), lo que consecuentemente limita las oportunidades de aprendizaje de los alumnos.
La complejidad en el grado de expansión o restricción de los ensambles multimodales que se identificaron en la clina se debe a las características de cada uno de los tres modos involucrados y a la forma en que se ensamblan. Asimismo, la ampliación o reducción de los ensambles y de las oportunidades mostró estar directamente relacionada con los enfoques pedagógicos que informan los casos estudiados.
REFERENCIAS
Gibson, J.J. (1979) The Ecological Approach to Visual Perception. Boston: Houghton Mifflin.
Kress, G. y Van Leeuwen, T. (2021). Reading Images. The Grammar of Visual Design. Londres, Inglaterra: Routledge.
Kress, G. (2010). Multimodality. A Social Semiotic Approach to Contemporary Communication. Abingdon: Routledge.
Halliday, M.A.K. y Matthiessen, C. (2004; 2014). An introduction to functional grammar. (Third Edition). Great Britain: Hodder Education.
Painter, C., Martin, J. & Unsworth, L. (2013). Reading Visual Narratives. Image Analysis of Children’s Picture Books. Sheffield, Bristol: Equinox.
Rose, D. y Martin, J. (2012). Learning to Write, Reading to Learn. Genre, Knowledge and Pedagogy in the Sydney School. Sheffield/Bristol: Equinox.
Una mirada discursiva a la clase de lengua y literatura: herramientas analíticas para identificar ‘géneros curriculares’ a partir de una instancia de práctica profesional
ABSTRACT. Lo que en ámbitos educacionales se denomina ‘clase’ puede comprenderse como una actividad social estructurada y orientada a objetivos pedagógicos, que inicia a los estudiantes en formas de pensar, actuar y relacionarse con la experiencia que son valoradas culturalmente (Christie, 2002). En el marco de la Lingüística sistémico funcional, este tipo de actividades se ha explorado bajo la noción de ‘género curricular’ y con un foco predominante en las dimensiones regulativa e instruccional del ‘registro pedagógico’ (Christie, 2002; Rose, 2018, 2020). Un desafío analítico de esta perspectiva es que no profundiza en los patrones semántico-discursivos que construyen el conocimiento y las prácticas de una disciplina. De este modo, este abordaje no favorece la identificación de criterios lingüísticos para distinguir los géneros que estructuran una instancia de enseñanza ni la manera en que dichos géneros se articulan para lograr un propósito global.
Este trabajo tiene como objetivo proponer un marco analítico de carácter semántico-discursivo para identificar los ‘géneros curriculares’ desplegados en una actividad orientada a la enseñanza. Para ello, se presenta un estudio de caso que analiza la transcripción de una sesión de Lengua y Literatura implementada por una futura docente durante su práctica profesional en un establecimiento chileno de la región metropolitana. El análisis de esta instancia examina la asignación de roles y la construcción de las dimensiones regulativa e instruccional a través de los recursos de NEGOCIACIÓN (Zappavigna & Martin, 2018), la organización del flujo de la información a través de patrones de PERIODICIDAD (Martin & Rose, 2007) y la construcción del conocimiento disciplinar a través de recursos de ENTIDAD (Hao, 2020).
Los hallazgos muestran que las interacciones entre patrones semántico-discursivos permiten segmentar la clase en bloques funcionales que potencialmente pueden ser clasificados como ‘géneros curriculares’. Este abordaje metafuncionalmente diversificado ofrece criterios lingüísticos que complementan la mirada centrada en el ‘registro pedagógico’. Al mismo tiempo, contribuye a explorar discursivamente tanto la construcción de conocimiento en Lengua y Literatura a partir de la gestión de la actividad y las relaciones entre participantes como la manera en que evoluciona esa configuración a lo largo de una clase.
Referencias
Christie, F. (2002). Classroom Discourse Analysis: A functional perspective. Continuum.
Hao, J. (2020). Analysing scientific discourse from a systemic functional linguistic perspective: A framework for exploring knowledge building in biology. Routledge, Taylor & Francis Group.
Martin, J. R., & Rose, D. (2007). Working with discourse: Meaning beyond the clause (2. ed). Continuum.
Rose, D. (2018). Pedagogic register analysis: Mapping choices in teaching and learning. Functional Linguistics, 5(1), 3. https://doi.org/10.1186/s40554-018-0053-0
Rose, D. (2020). Building a pedagogic metalanguage I: Curriculum genres. En J. R. Martin, K. Maton, & Y. J. Doran (Eds.), Accessing academic discourse: Systemic functional linguistics and legitimation code theory (pp. 236-267). Routledge, Taylor & Francis Group.
Zappavigna, M., & Martin, J. (2018). Discourse and Diversionary Justice: An Analysis of Youth Justice Conferencing. Springer International Publishing. https://doi.org/10.1007/978-3-319-63763-1
Designing informed consent as genre: a systemic functional approach to AI-steered text generation in clinical research
ABSTRACT. In clinical research, informed consent forms (ICFs) can be understood as a specialized textual genre designed to mediate between regulatory requirements and subjects who participate in clinical research trials. As a genre, the ICF is expected to fulfill a dual communicative purpose: ensuring compliance with strict regulatory standards while enabling subjects to understand the purpose, procedures, risks, and conditions of a clinical trial in order to make an informed decision. In practice, however, time and cost pressures within the clinical research industry tend to privilege regulatory compliance, often at the expense of comprehension. As a result, ICFs frequently exhibit high information density, extensive nominalization, and complex structuring that exceed subjects’ ability to understand what participation entails.
This work presents an exploratory proposal that examines how Systemic Functional Linguistics (SFL), particularly genre-based approaches to meaning-making (Martin & Rose, 2008), can be used to guide the training of artificial intelligence (AI) models for generating subject-centered ICFs. The objective is to shift from post-hoc human oversight to human steering, where linguistic expertise informs the design of the system from the outset. The underlying hypothesis is that embedding genre-informed SFL principles into AI training can reconcile regulatory, temporal, and economic constraints without compromising either compliance or subject understanding.
Methodologically, this proposal adopts a design-oriented, exploratory pilot approach combining qualitative genre and discourse analysis with the implementation of an AI-driven text generation workflow. A curated dataset of authentic ICFs is analyzed to identify recurrent genre-specific patterns, including information staging, clause complexity, and patterns of agency. These are systematically reworked through SFL-informed transformations and embedded into prompt design, data curation, and evaluation processes. The system produces two aligned realizations of the same genre: one optimized for regulatory compliance and another for subject comprehension.
It is expected that this proposal can position genre-informed SFL as a steering mechanism that will improve how subjects understand what can happen to them, will enhance the visibility of agency and will reduce cognitive load while preserving scientific accuracy. Thus, we strongly believe it can contribute to extending SFL into clinical research and AI-mediated communication, highlighting the role of genre as a design resource for high-impact domains.
REFERENCES
Halliday, M. A. K., & Matthiessen, C. M. I. M. (2014). Halliday’s introduction to functional grammar (4th ed.). Routledge.
Martin, J. R., & Rose, D. (2008). Genre relations: Mapping culture. Equinox.
Rolfi, L. (2018). “Enseñanza de traducción científica con un enfoque basado en análisis de género: el caso del formulario de consentimiento informado”. (Unpublished course paper). Maestría en Traducción e Interpretación, Universidad de Buenos Aires.
Expandindo o conceito de validade de testes com base na linguística sistêmico funcional
ABSTRACT. Testes de proficiência em línguas adicionais são extremamente importantes no âmbito da Pós-Graduação, dada a relevância do consumo de estudos e conhecimentos gerados (inter)nacionalmente, os quais podem circular em línguas adicionais. Nesse contexto, parece relevante refletir em que medida os testes utilizados para a comprovação de proficiência podem ser considerados como tendo validade, ou seja, avaliam as competências a que se propõem ou devem testar (Hughes & Hughes, 2020). No entanto, o conceito de test validity parece estar associado, principalmente, a questões de conteúdos, habilidades e/ou aspectos léxico-gramaticais. Na nossa perspectiva, para além desses aspectos mais concretos, para um teste ser válido como instrumento de avaliação acerca do grau de competência de pós-graduandos para se engajarem em práticas da esfera acadêmica, ele precisaria demandar a mobilização de insumo de linguagem relevante para a participação desses atores sociais no sistema de gêneros dessa esfera. Neste trabalho, de pesquisa bibliográfica de cunho exploratório, nos propomos a discutir o conceito de test validity com vistas a verificar sua operacionalização para articular o conceito de gênero (Halliday & Hasan, 1985) e seus desdobramentos. Para isso, adotamos uma estratégia combinada de busca não exaustiva de literatura, primeiramente, de forma manual e, posteriormente, de forma automatizada, por meio da plataforma Publish or Perish. A coleta foi orientada pelas palavras-chave “teste”, “validade”, “validade de teste”, “gênero” (tanto em inglês quanto em português). O estudo encontra-se em andamento, mas, até o momento, o conceito de validade parece mais atrelado à abordagem comunicativa, do que à baseada em gêneros. A partir de uma perspectiva de gênero e de uma visão estratificada da linguagem (Halliday & Matthiessen, 2014), entendemos que um teste deve apresentar um arranjo consistente de escolhas nos níveis mais concretos (grafologia, léxico-gramática, semântica), bem como nos mais abstratos (contexto de situação, contexto de cultura e discurso), representativas da esfera social.
Halliday, M. A. K, & Hasan, R. (1985). Language, Context and Text: Aspects of Language in a Social-Semiotic Perspective. Deakin University Press.
Halliday, M. A. K., & Matthiessen, C. M. I. M. (2014). Halliday's introduction to functional grammar (4th ed.). Routledge.
Hughes, A., & Hughes, J. (2020). Testing for Language Teachers (3rd ed.). Cambridge University Press.
¿Hay un lugar para la entonación en la LSF? contribuciones de TONO, TONALIDAD y TONICIDAD para organizar el flujo de la información en español Chileno
ABSTRACT. La entonación ha sido retratada a partir de dos principales orientaciones. La primera se ha centrado en determinar los aspectos acústicos que caracterizan a distintos actos de habla, tanto en contextos naturales como de laboratorio, y la segunda se ha enfocado en describir la variación social de dichos atributos (p. ej. Cantero y Font, 2007; Labastia, 2016; Martín, 2004; Pérez, 2024). Sin embargo, son escasos los trabajos que se interesen por la entonación más allá de los actos de habla y aborden las implicancias de este fenómeno prosódico en el marco del discurso. Por esto, el presente estudio se plantea dos objetivos. Por un lado, se propone identificar las contribuciones de la entonación en el flujo de la información y, por otro, determinar los recursos tonales del español chileno utilizados para dichos aportes.
En virtud de estos objetivos, la Lingüística Sistémico Funcional emerge como un marco teórico-metodológico idóneo, debido a su carácter funcional, su perspectiva integrada sobre el lenguaje y su concepción sobre la organización de la información (Matthiessen y Teruya, 2024). Mediante una aproximación metodológica cualitativa, se analizaron 12 discursos orales monologales extraídos de un podcast chileno. El análisis implicó abordar los textos ‘por arriba’, desde los sistemas de PERIODICIDAD (Martin y Rose, 2006), TEMA e INFORMACIÓN (Halliday y Greaves, 2008; Martin, Quiroz y Wang, 2023); ‘por alrededor’, desde el sistema de ENTONACIÓN (Halliday y Greaves, 2008; O’Grady, 2017); y ‘por debajo’, desde la realización fonética de los recursos tonales.
Los resultados muestran dos contribuciones fundamentales. La entonación demarca la extensión de ondas informativas, mediante la declinación de grupos tonales y la concordancia de tonos, y señala puntos de prominencia informativa, a través del aumento en la frecuencia fundamental. Con esto, es claro que la entonación es un recurso clave para organizar el flujo de la información y se evidencia el trabajo semiótico simultáneo de todos los estratos en la construcción de significados textuales. Además, demuestra la potencialidad de la entonación como una herramienta para el análisis del discurso.
Referencias bibliográficas utilizadas
Cantero, F. y Font, D. (2007). Entonación del español peninsular en el habla espontánea: patrones melódicos y márgenes de dispersión. Moenia, 13(1), 69-92.
Halliday, M. y Greaves, W. (2008). Intonation in the grammar of english. Equinox.
Labastia, L. (2016). Declarative utterances in Buenos Aires Spanish. En M. Armstrong, N. Henriksen, M. Vanrell (Eds.), Intonational Grammar in Ibero- Romance (pp. 207-226), John Benjamins Publishing Company.
Matthiessen, C. M. I. M., & Teruya, K. (2023). Systemic Functional Linguistics: A Complete Guide. Routledge.
Martin, J. y Rose, D. (2006). Working with discourse: meaning beyond clause. Continuum.
Martín, P. (2004). ConFiguraciones circunflejas en la entonación del español mexicano. Revista de Filología Española, 84(1), 347-373.
O’Grady, G. (2017). Intonation and the Systemic Functional Linguistics: the way forward. En T. Barlett, y G. O’Grady (Eds.), The Routledge Handbook of Systemic Functional Linguistics (1ra ed., pp. 146-163). Cambridge University Press.
Pérez, V. (2024). La entonación del español [Tesis de Doctorado, Universitat de Barcelona].
El rol del tono en la distinción modal: evidencia desde cláusulas con tonicidad marcada en el español de Chile
ABSTRACT. Este estudio aborda el problema del rol del tono en la construcción de significados interpersonales en el sistema de MODO, específicamente en cláusulas con tonicidad marcada en el español de Chile. Desde la Lingüística Sistémico-Funcional (LSF), el tono se entiende como un movimiento de la frecuencia fundamental (F0) que realiza significados interpersonales, como la distinción entre cláusulas declarativas e interrogativas (Halliday & Matthiessen, 2013). En español, donde las interrogativas absolutas no se distinguen léxico-gramaticalmente de las declarativas, la entonación adquiere un rol central. El objetivo del estudio es determinar qué segmento de la unidad tonal —la prominencia tónica, el final de la unidad o ambos— resulta más relevante para la realización de estos significados en casos de tonicidad marcada.
El marco teórico se basa en la LSF (Halliday, 1989; Halliday & Greaves, 2006; Halliday & Matthiessen, 2013), complementado con estudios recientes que proponen que el contorno tonal se extiende más allá de la sílaba tónica (Ngo et al., 2021). A partir de ello, se plantea la hipótesis de que el tono, aunque se realice en la prominencia tónica, mantiene su configuración hasta el final de la unidad tonal, contribuyendo a la interpretación modal. Este problema resulta especialmente relevante debido a la escasez de estudios que apliquen sistemáticamente el modelo entonativo de la LSF al español, lo que deja sin resolver aspectos metodológicos fundamentales para su análisis.
Metodológicamente, se trata de un estudio exploratorio orientado a establecer criterios analíticos para una investigación más amplia. El corpus está compuesto por 40 unidades tonales (20 declarativas y 20 interrogativas absolutas), todas con foco no final, extraídas y adaptadas a partir de un discurso real de interpelación a un ministro en el Congreso Nacional. El análisis consiste en la medición de la F0 en la prominencia tónica y en la última sílaba tónica, extendiéndose a sílabas adyacentes cuando se observa continuidad del contorno tonal.
Los resultados preliminares sugieren que el movimiento tonal principal se localiza en la prominencia tónica, pero su tendencia se proyecta hasta el final de la unidad, configurando un contorno global relevante para la distinción entre declarativas e interrogativas absolutas. En este sentido, el estudio contribuye a resolver un problema metodológico clave para la aplicación de la LSF al español y aporta criterios para el análisis prosódico en contextos de tonicidad marcada.
REFERENCIAS
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Ngo, T., Hood, S., Martin, J. R., Painter, C., Smith, B. A., & Zappavigna, M. (2021). Modelling paralanguage using systemic functional semiotics: Theory and application. Bloomsbury.
Identidad comunitaria e interacción oral mediatizada: estrategias de afiliación en un podcast convesacional Chileno
ABSTRACT. Esta ponencia describe cómo un grupo de hablantes construye una identidad comunitaria en el podcast conversacional chileno 'La Cosa Nostra', con énfasis en los recursos verbales que posibilitan el establecimiento de vínculos sociales entre los participantes de la interacción. Esta propuesta se enmarca en la aproximación socio-semiótica a los estudios del lenguaje de la Lingüística sistémico-funcional, en la cual se concibe la construcción de la identidad comunitaria como un proceso semiótico de negociación de valores, que se realiza a través de patrones de significados semántico-discursivos en el lenguaje, particularmente de acoplamientos de significado ideacional e interpersonal (Knight, 2010; Martin et al., 2013).
El enfoque de este trabajo es cualitativo y emplea un diseño de estudio de caso. El corpus está compuesto por 10 instancias del paso Negociación de puntos de vista del podcast conversacional, en las que un hablante plantea un punto de conversación y los otros ofrecen sus reflexiones en torno al tema. El análisis asume una perspectiva metafuncionalmente diversificada, tomando como herramientas de análisis los sistemas de IDEACIÓN (Martin, 1992; Martin y Rose, 2007) y de VALORACIÓN (Martin y White, 2005), para la identificación de los acoplamientos que son negociados para construir vínculos sociales. Los resultados preliminares muestran la recurrencia de tres patrones de acoplamientos, que varían en su grado de explicitud discursiva. Estos les permiten negociar significados a los hablantes y, a través de ello, un conjunto de valores que constituye la identidad comunitaria del grupo de hablantes.
Esta presentación aporta una mirada complementaria a la comprensión del fenómeno de la identidad comunitaria, que focaliza el proceso discursivo mediante el cual esta identidad es negociada en el lenguaje. Al mismo tiempo, la ponencia ofrece una aproximación lingüística a una forma de interacción oral que ha sido escasamente abordada por los estudios del discurso en Chile, como lo es el podcast conversacional.
Referencias bibliográficas:
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To weather the climate: Modelling text as language behaviour
ABSTRACT. In this talk, I develop an account of 'text' as a fundamental unit of probability. That the linguistic system is probabilistic is well established (Halliday, 1991, 1992), but the claim holds in two distinct senses that may easily be conflated. In one sense, probability is realisational: it governs co-selection between resources in the strata and the relation between language resources and context, where choices associate with greater-than-chance likelihood under the licence of social purpose (Lemke, 1995; Martin & Rose, 2008). In the other sense, probability is behavioural: it governs how choices co-select as a particular text is produced. The two are not the same phenomenon seen twice. Behavioural probability normally operates over the resource, but it need not: a second-language speaker, an interlanguage speaker, a child at an early stage, or a machine translator all produce co-selections that the target resource does not license, yet these are real, existing configurations of behaviour. Behavioural probability can therefore instantiate what the resource does not sanction – which is why it cannot be reduced to the realisational kind. My aim is to describe this behavioural probability in its own right and to show why it belongs to instantiation rather than to the system's realisational organisation.
First, this distinction turns on two dimensions that are frequently run together. Abstraction is realisational: it moves through metaredundancy – phonology to lexicogrammar to discourse semantics to register to genre, as patterns of patterns. Generalisation is instantiational: it groups instances by likeness of behaviour, moving through pararedundancy – this instance, to cake recipe, to recipe, to procedure. These are different movements: abstraction is about the resource; generalisation is about a population of instances. If the two are treated as one, then the variation that properly belongs to generalisation is read as if it belonged to abstraction. This is why sub-potentialisation appears as a mechanism – with registers, text types or diatypes being posited as a somewhat reduced sub-potential of the resource displayed as a cline. Sub-potentialisation is there to account for variation that should actually be observed as behaviour – i.e., generalisation over instances. This is also where Halliday's climate/weather analogy and its developments in subsequent sub-potentialisation work sit (cf. Matthiessen, 2009; Martin, 2008, 2009). In this study I keep abstraction and generalisation apart, correlating 'text as instance' with – yet not reducing it to – 'text as language in context', which lets me ask a precise question: what mechanisms of generalisation does the description actually require?
Second, once behavioural probability is taken on its own terms, the mechanisms by which choices settle into recognisable patterns in the instance can be described systematically. Since the population of instances cannot be enumerated, behaviour is estimated over sub-populations of instances grouped by likeness – the level pararedundancy names, and the level that does the descriptive work sub-potentialisation was posited to do, but on the behavioural side, without pruning the resource. Over such sub-populations I isolate three mechanisms. Redistribution is the uptake of resources in biased proportions: no system is ever selected equiprobably in use, and its probability profile is remapped from one sub-population to another. Associative keyness is the tendency of choices to attract one another across systems; because these correlations are themselves redistributed, certain systems become key – decisive for separating one sub-population of behaviour from another – and such keyness is recovered through association, not raw frequency. Dynamics governs how redistribution and association are arranged along the text's temporal unfolding, so that a text is a patterning that accumulates clause by clause rather than a static index of choices. The same three emerge across independent domains and genre families.
Instantiation and stratification then stand as complementary but non-reducible dimensions, each with its own probability: instantiation distributes, associates, and unfolds resources as behaviour over sub-populations, while stratification fixes which of those patterns consolidate into models of co-selection. Registers, text types or diatypes, on this view, are recurrent sub-populations of behaviour – not pruned region of the system's potential, as they are usually taken to be. This raises, for further work, whether the 'global probabilities' attributed to a language are a property of the resource at all, or the reified behaviour of individual sub-populations.
Keywords: Instantiation; Probabilistic Grammar; Logogenesis; Language Behaviour; Register Typology.
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Este trabajo desarrolla la concepción del 'texto' como unidad fundamental de probabilidad. En la literatura sistémico-funcional está consolidado el conocimiento de que el sistema lingüístico es probabilístico (Halliday, 1991, 1992). Con todo, este puede entenderse en dos sentidos distintos, lo que exige un mayor detalle para deslindarlos. En un primer sentido, la probabilidad es relativa a la realización: organiza la coselección entre los recursos en los estratos, así como la relación entre los recursos de la lengua y el contexto, en los que las opciones se asocian con una probabilidad por encima del azar, según el propósito social (Lemke, 1995; Martin & Rose, 2008). En un segundo sentido, la probabilidad atañe al comportamiento de la lengua: rige el modo en que las opciones se coseleccionan a medida que un texto se va produciendo. Cabe destacar, en consecuencia, que no se trata de un mismo fenómeno visto desde dos puntos de vista distintos. La probabilidad sobre el comportamiento lingüístico opera, por regla general, sobre el recurso, pero no necesariamente. Después de todo, un hablante de lengua extranjera, uno de interlengua, un niño en una etapa inicial de desarrollo lingüístico o un traductor automático producen, todos, coselecciones que el recurso meta no licencia y que, aun así, son configuraciones de comportamiento reales y efectivas. La probabilidad comportamental puede, por tanto, instanciar aquello que el recurso no sanciona, y es por eso que no se reduce al tipo realizacional. El objetivo es describir esta probabilidad comportamental y mostrar por qué pertenece a la instanciación, y no a la organización realizacional del sistema.
En primer lugar, esta distinción depende de dos dimensiones que a menudo se toman una por otra. La abstracción es realizacional: recorre la metarredundancia —desde la fonología, pasando por la léxico-gramática, y de esta a la semántica del discurso; en seguida, al registro y al género—, como patrones de patrones. La generalización es instanciacional: agrupa instancias por semejanza de comportamiento y recorre la pararredundancia —de esta instancia a, por ejemplo, la receta de torta, de esta a las recetas en general y, luego, al procedimiento—. Son movimientos de naturaleza distinta: la abstracción concierne al recurso; la generalización, a una población de instancias. Cuando ambas se toman como una sola, la variación que pertenece propiamente a la generalización pasa a leerse como si perteneciera a la abstracción. De ese movimiento surge la necesidad de proponer la subpotencialización como mecanismo —con registros, tipos de texto o diatipos tomados como un subpotencial del sistema, dispuestos a lo largo de un continuo—. La subpotencialización se presta a dar cuenta de una variación que, en rigor, debería observarse como comportamiento, es decir, como generalización sobre instancias. Es también ahí donde se sitúan la analogía clima/tiempo de Halliday y sus desarrollos en publicaciones posteriores sobre subpotencialización (cf. Matthiessen, 2009; Martin, 2008, 2009). El presente trabajo mantiene separadas la abstracción y la generalización, correlacionando 'texto como instancia' con 'texto como lengua en contexto' —sin reducir el primero al segundo—, lo que permite formular la siguiente pregunta: ¿cuáles son, en efecto, los mecanismos de generalización imprescindibles para su descripción?
En seguida, una vez asumida la probabilidad comportamental, es posible describir de manera sistemática los mecanismos por los cuales las opciones se cristalizan en patrones reconocibles en la instancia. Como la población de instancias no es enumerable, el comportamiento se estima sobre subpoblaciones de instancias agrupadas por semejanza —el nivel que la pararredundancia nombra y que aporta el trabajo descriptivo para el cual se había postulado la subpotencialización, pero desde el punto de vista del comportamiento, sin ser apenas una disminución del potencial de recursos—. Sobre tales subpoblaciones, el estudio aísla tres mecanismos. La redistribución es la selección de recursos en proporciones sesgadas; dicho de otro modo, ningún sistema elige de manera equiprobable en el uso, y su perfil de probabilidad se reconfigura de una subpoblación a otra. La clavicidad asociativa es la tendencia de las opciones a atraerse entre sistemas; como esas correlaciones están ellas mismas redistribuidas, ciertos sistemas se vuelven clave —decisivos para distinguir una subpoblación de comportamiento de otra—, y tal clavicidad se recupera por asociación, y no por frecuencia bruta. La dinámica rige el modo en que redistribución y asociación se distribuyen a lo largo del despliegue temporal del texto, de manera que el texto se vuelve una configuración que se construye cláusula a cláusula, y no un índice estático de opciones. Los mismos tres mecanismos emergen en dominios y familias de géneros independientes.
Por último, cabe considerar cómo debe concebirse la probabilidad una vez que estos mecanismos están a la vista. El argumento es que la probabilidad en el comportamiento lingüístico no es una función de selección aleatoria incorporada al sistema, ni un subproducto de la probabilidad realizacional de los estratos. Antes bien, es una propiedad inherente a la instanciación, que surge del inmenso número de configuraciones que un texto puede albergar y del modo sesgado, asociado y acotado en el tiempo en que esas configuraciones son efectivamente asumidas. Sobre esta base, 'texto' puede redefinirse, desde el punto de vista de la instanciación, como una configuración de unidades lingüísticas, probabilísticamente distribuida, cuyos sistemas clave se fijan por asociación y que se despliega en el tiempo; y la instanciación, a su vez, como la expresión de la probabilidad dinámica del texto.
Instanciación y estratificación constituyen, así, dimensiones complementarias pero no reducibles, cada una con su propia probabilidad: la instanciación distribuye, asocia y despliega en el tiempo los recursos como comportamiento sobre subpoblaciones, mientras que la estratificación fija cuáles de esos patrones se consolidan en modelos de coselección. Los registros, tipos de texto o diatipos, desde esta perspectiva, son subpoblaciones recurrentes de comportamiento. No son, por consiguiente, regiones menores del potencial del sistema, como suele describir la literatura.
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“La idea de que todos los sustantivos abstractos son metafóricos”: hacia una interpretación semántico-discursiva de la encapsulación nominal en español
ABSTRACT. Los ‘sustantivos encapsuladores’ (shell nouns) son un grupo de nombres abstractos capaces de condensar el contenido de un segmento del texto (Schmid, 2000). La descripción de estas unidades ha privilegiado su significado textual, específicamente su función cohesiva en corpus escritos y en registros especializados (p.ej., Flowerdew & Forest, 2015; López Samaniego, 2014). Sin embargo, esta perspectiva ha dejado en segundo plano su función propiamente encapsuladora, es decir, la capacidad de reificar significados abstractos y convertirlos en ‘conceptos temporales’ que operan discursivamente como cosas (Schmid, 2018).
Una estructura frecuentemente asociada a la encapsulación nominal es el patrón <sustantivo encapsulador + de + cláusula incrustada> (cf. Duque Gómez, 2024; López Samaniego, 2018). Desde la Lingüística Sistémico Funcional, los sustantivos vinculados a este patrón se han descrito como ‘sustantivos de proyección’ o ‘sustantivos de realce’. Al ser mirados desde la lexicogramática, muchos de estos casos se han interpretado como manifestaciones de metáfora gramatical ideacional (Halliday & Matthiessen, 2014). No obstante, un enfoque semántico-discursivo a este fenómeno (cf. Hao, 2020) permite profundizar en los diferentes significados discursivos que se construyen a través de la encapsulación nominal.
Este trabajo (inserto en el proyecto FONDECYT 1231118) tiene como objetivo proponer una aproximación semántico-discursiva a la categorización de los sustantivos encapsuladores en español. Para ello, se analizan instancias en las que un sustantivo encapsulador es modificado por una cláusula incrustada. Estas instancias fueron extraídas de un corpus mixto conformado por cinco reportajes escritos publicados en la prensa chilena y por dieciséis interacciones orales seleccionadas del corpus AMERESCO. El análisis consideró categorías descriptivas de la semántica del discurso (Hao, 2020) para distinguir significados que pueden ser construidos mediante encapsulación nominal.
Los resultados muestran que los ‘sustantivos encapsuladores’ reflejan diferentes patrones semántico-discursivos. Mientras que algunos casos construyen entidades, otros pueden realizar lo que Hao (2020) conceptualiza como la aumentación de una figura. Estos hallazgos contribuyen a caracterizar la función encapsuladora como un fenómeno heterogéneo; al mismo tiempo, aportan evidencias para diferenciar entre estructuras en español que efectivamente constituyen metáforas gramaticales y realizaciones que no manifiestan una tensión entre estratos.
Referencias
Duque Gómez, E. (2024). Factual Shell Noun Constructions in Discourse. Revista Signos, 57(114), 311-336. https://doi.org/10.4067/S0718-09342024000100311
Flowerdew, J., & Forest, R. (2015). Signalling nouns in English: A corpus-based discourse approach. Cambridge University Press.
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López Samaniego, A. (2018). La encapsulación nominal en el discurso académico-científico oral y escrito: Patrones de aparición. Caplletra. Revista Internacional de Filologia, 64, 129-152. https://doi.org/10.7203/caplletra.64.11369
Schmid, H.-J. (2000). English abstract nouns as conceptual shells: From corpus to cognition. Mouton de Gruyter.
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ABSTRACT. Según la Lingüística Sistémico-Funcional, las lenguas naturales son verdaderas arquitecturas orientadas a la producción de significado dentro de un contexto (Halliday y Matthiessen, 2014). La red semántica no solo se ocupa de las interrelaciones entre opciones semánticas, por ejemplo, si se duplican o son contradictorias, sino que también enfatiza las relaciones con el contexto, evidenciando así los patrones léxico-gramaticales que se activan (Hasan, 1996). Las lenguas naturales emplean recursos como metáforas y mecanismos de polisemia, antonimia, ironía y otros procesos semántico-discursivos, que no siempre son fácilmente reconocidos por los hablantes no nativos. Por lo tanto, tenemos como objetivo presentar una breve reflexión sobre mecanismos semánticos de la lengua guaraní-mbya, basada en fragmentos del libro Ayvu Rapyta: Textos Míticos de los Mbyá-Guaraní del Guairá (Cadogan, 1997), una obra bilingüe (guaraní-español), cuyos textos revelan aspectos fundamentales de la vida, las creencias y la cosmovisión del pueblo guaraní-mbya. La lengua guaraní-mbya ha sido estudiada y descrita a lo largo de los años en Brasil y en otros países de América Latina, con avances significativos. Sin embargo, aún existen pocos estudios que aborden la organización semántica de la lengua y su potencial de significado. Considerando la producción de las narrativas indígenas en contextos socioculturales específicos, así como la articulación de ideas compartidas socialmente, observamos esta producción textual como una expresión refinada de significados producidos por el pueblo mbya por intermedio de dos mecanismos lingüísticos que intervienen en la producción de significado: uno a través de la polisemia, que abarca la adición de significados, como en los términos ovy (verde-azul, sagrado) y porã (bueno, bello, sagrado); y otro a través de categorizaciones más amplias, como el gusto, el oído y el olfato, que articulan antonimia en un mismo grupo nominal. Ambos mecanismos, entendidos desde el contexto de la cultura, demuestran que en una lengua no solo se articulan formas, sino formas dentro de un contexto social y cultural. Estos fenómenos muestran cómo el potencial semántico de la lengua se organiza y se actualiza en los textos, contribuyendo a la construcción de significados que articulan la experiencia, las relaciones y la organización discursiva.
Una mirada a la evocación: aportes sistémico-funcionales desde el análisis del discurso de la prensa digital en español
ABSTRACT. En el contexto de los estudios sobre valoración en la LSF, la evocación (o expresión indirecta de emociones) emerge como un terreno fértil de exploración. Múltiples estudios mantienen que esta área semántico-discursiva no se ha clarificado lo suficiente (Oteíza & Pinuer, 2019; Fuoli, 2018). Además, si bien se han propuesto algunas redes sistémico-funcionales, estas difieren a veces de manera importante en su enfoque o en sus categorías (cfr. Martin & White, 2005; Don, 2016; Jiang & Zhang, 2020). Ante este escenario, este estudio busca comprender las formas de evocación en el discurso de la prensa digital en español. Para este fin, se empleó una metodología cualitativa basada en Fuoli (2018) y aplicada a 14 textos de prensa digital, cuyo tema eran las protestas ocurridas en Chile entre 2019-2021. Como la evocación es sensible a otras maneras de valoración, se utilizaron de forma general las redes de Martin y White (2005) y las reformulaciones de Oteíza y Pinuer (2019) y Hood (2010) para los dominios más específicos de APRECIACIÓN y de GRADACIÓN, respectivamente. Luego, se modelaron las categorías de evocación en atención a los datos textuales, mediante cuatro rondas sucesivas de aplicación y readecuación. El análisis revela que la distinción canónica entre ‘provocar’ e ‘invitar’ de Martin y White (2005) resulta apropiada para explicar el fenómeno de la evocación, a diferencia de lo que plantean otros autores en la materia (White, 2012; Thompson, 2014). Los resultados indican que se provocan emociones por la influencia de significados ideacionales externos al campo de discurso, que son introducidos típicamente mediante metáforas léxicas y comparaciones. Mientras tanto, la categoría de ‘invitar’ opera a través de la valoración o no de entidades y procesos. Por ejemplo, la invitación puede expresarse por el efecto de actitudes explícitas, de la gradación de contenido ideacional o de valores de COMPROMISO, como la negación. En suma, este estudio proporciona una mirada comprehensiva y parsimoniosa de la evocación atendiendo especialmente a la influencia de significados semántico-discursivos, de orden tanto ideacional como valorativo.
Referencias
Don, A. (2016). “It is hard to mesh all this”: Invoking attitude, persona and argument organisation. Functional Linguistics, 3(1), 9. https://doi.org/10.1186/s40554-016-0033-1
Fuoli, M. (2018). A stepwise method for annotating appraisal. Functions of Language, 25(2), 229-258. https://doi.org/10.1075/fol.15016.fuo
Hood, S. (2010). Appraising Research: Evaluation in Academic Writing. Palgrave Macmillan.
Jiang, J., & Zhang, J. (2020). Implicit evaluation in academic discourse: A systemic functional perspective. Australian Journal of Linguistics, 40(2), 160-181. https://doi.org/10.1080/07268602.2020.1734774
Martin, J., & White, P. (2005). The language of evaluation. Palgrave Macmillan.
Oteíza, T., & Pinuer, C. (2019). El sistema de VALORACIÓN como herramienta teórico-metodológica para el estudio social e ideológico del discurso. Logos: Revista de Linguistica, Filosofia y Literatura, 29(2), 207-229. https://doi.org/10.15443/RL2918
Thompson, G. (2014). AFFECT and emotion, target-value mismatches, and Russian dolls: Refining the APPRAISAL model. En G. Thompson & L. Alba-Juez (Eds.), Evaluation in Context (pp. 47-66). John Benjamins Publishing.
White, P. R. R. (2012). Exploring the axiological workings of ‘reporter voice’ news stories—Attribution and attitudinal positioning. Discourse, Context & Media, 1(2-3), 57-67. https://doi.org/10.1016/j.dcm.2012.10.004
Avaliatividade em resenhas literárias de blogs pessoais: uma análise contrastiva do subsistema de atitude em português e inglês
ABSTRACT. Embora os estudos sobre Avaliatividade tenham avançado na investigação de diferentes gêneros discursivos, ainda são escassas pesquisas que examinem, de forma contrastiva, a realização de significados avaliativos em resenhas literárias digitais produzidas em distintas comunidades linguístico-culturais. Nesse contexto, este estudo tem como objetivo analisar quatro resenhas literárias — duas em português brasileiro e duas em inglês norte-americano — com foco nas ocorrências semântico-discursivas do subsistema Atitude do sistema de Avaliatividade, buscando compreender como as avaliações realizadas pelos resenhistas refletem propósitos comunicativos contextualmente situados. O estudo fundamenta-se na Linguística Sistêmico-Funcional (Halliday e Matthiessen, 2014), na Teoria da Avaliatividade (Martin; White, 2005), com ênfase nas categorias Afeto, Julgamento e Apreciação, e nos estudos de gênero da Escola de Sydney (Christie e Derewianka, 2008; Martin e Rose, 2008). Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza descritivo-interpretativista, desenvolvida a partir de um corpus intencional composto por quatro resenhas publicadas em blogs de acesso público, referentes à franquia literária Bridgerton, de Julia Quinn. A análise consistiu na identificação, categorização e comparação das ocorrências avaliativas presentes nos textos. Os resultados evidenciaram diferentes orientações avaliativas na construção do posicionamento dos resenhistas: enquanto duas resenhas apresentaram predominância de significados de Apreciação, privilegiando avaliações de aspectos estéticos, narrativos e relacionais da obra, uma resenha revelou maior recorrência de Julgamento, centrando-se na avaliação de condutas e traços das personagens, e outra destacou-se pela predominância de Afeto, indicando maior envolvimento subjetivo e emocional com a obra. Conclui-se que, embora a resenha literária apresente um propósito social relativamente estável, os resenhistas mobilizam recursos avaliativos distintos para construir seus posicionamentos argumentativos, evidenciando a influência de fatores contextuais e socioculturais na produção de significados interpessoais.
REFERÊNCIAS Christie, F., & Derewianka, B. (2008). School discourse: Learning to write across the years of schooling. Continuum. Halliday, M. A. K., & Matthiessen, C. (2014). An introduction to functional grammar (4th ed.). Routledge. Martin, J.R., & White, P. R. R. (2005). The language of evaluation: Appraisal in English. Palgrave Macmillan. Rose, D., & Martin, J.R. (2012). Learning to write, reading to learn: Genre, knowledge and pedagogy in the Sydney School. Equinox.
Construção discursiva da identidade capixaba: uma análise à luz da Linguística Sistêmico-Funcional
ABSTRACT. Este trabajo, resultado de mi investigación doctoral, investiga la construcción y la autorrepresentación discursiva de la identidad capixaba a partir de un enfoque de la Lingüística Sistémico-Funcional (LSF). Partiendo del supuesto de que la identidad social se configura en y por el lenguaje, el estudio analiza cómo los sujetos capixabas se representan a sí mismos y a su colectividad en diferentes contextos discursivos. El objetivo principal es identificar qué elecciones léxico-gramaticales contribuyen a la construcción de esa identidad y qué patrones emergen en los discursos producidos por los propios hablantes.
Teóricamente, la investigación se fundamenta en la Gramática Sistémico-Funcional, especialmente en la metafunción ideacional y el sistema de transitividad, en diálogo con la Teoría de los Actores Sociales. Este marco permite examinar cómo se representan las experiencias, los participantes y las relaciones sociales en el discurso, así como los procesos de inclusión y exclusión de actores sociales.
Metodológicamente, se adopta un enfoque cualitativo con triangulación de corpus, compuesto por transcripciones de una serie televisiva y publicaciones en redes sociales (tuits) que tematizan la identidad capixaba. El análisis se centra en los procesos verbales, los participantes y las circunstancias, además de las estrategias de categorización, individualización y colectivización de los actores sociales.
Los resultados evidencian que la identidad capixaba se construye como un proceso dinámico, múltiple y situado, marcado por tensiones entre homogeneización y diversidad. Se observan patrones recurrentes de autorrepresentación que enfatizan pertenencia, afectividad y territorialidad, así como la coexistencia de discursos que oscilan entre valorización simbólica y apagamiento histórico.
Como contribución, el estudio propone un modelo analítico aplicable a investigaciones sobre identidad en contextos latinoamericanos, reforzando el papel de la LSF como herramienta para el análisis crítico de la relación entre lenguaje, representación y sociedad.
Juego de máscaras: la construcción de la identidad en un podcast conversacional
ABSTRACT. Esta ponencia tiene como propósito describir las identidades que negocian diferentes hablantes en el marco de un podcast conversacional. La orientación sistémico-funcional que aquí se adopta permite entender la identidad como persona, es decir, como una manifestación del repertorio semiótico que un hablante posee en sus usos del lenguaje. Asimismo, esta aproximación asume que la manera en que los hablantes construyen su identidad varía según el género y el registro en el que participan (Martin et al., 2013; Zappavigna y Martin, 2018). En el caso de esta ponencia, el foco está puesto en las variaciones de tenor y de pasos de un macrogénero que pueden impactar en los recursos semióticos que los hablantes ofrecen para negociar su identidad.
Este estudio emplea una metodología cualitativa con un diseño de estudio de caso. Los datos analizados corresponden a tres instancias del paso inicial del macrogénero que constituye el podcast conversacional. Este componente ha sido denominado "Apresto interpersonal' (Vidal Lizama, en prensa). En la primera instancia, participan los tres hablantes habituales del podcast; en la segunda, solo dos de estos hablantes; y en la tercera, a estos mismos dos integrantes originales se suma una integrante mujer. El análisis se enfoca en los significados interpersonales que ponen en acción los participantes en cada interacción. Las herramientas analíticas incluyen los sistemas semántico-discursivos de FUNCIÓN DE HABLA para el estudio de la conversación casual (Eggins y Slade, 1997) y de VALORACIÓN (Martin y White, 2005). Los hallazgos preliminares evidencian que en estas interacciones se ofrecen y ratifican personas discursivas cuyo rol es mantener y hacer progresar el trabajo interpersonal. Al estudiar la identidad, esta investigación contribuye a las discusiones respecto del principio de individuación en la arquitectura teórica de la lingüística sistémico funcional.
El eje securitario-libertario en el parlamento: un análisis comparativo de Brasil y España
ABSTRACT. Este trabajo propone un análisis comparativo del discurso parlamentario en Brasil y España desde una perspectiva de lingüística de corpus. Partiendo de los planteamientos de van Dijk (1993, 2003, 2010), Fairclough (1995) y Chilton y Schäffner (1997), entendemos el discurso político como un espacio de negociación ideológica en el que se construyen relaciones de poder, identidades colectivas y marcos interpretativos de la realidad social. En este marco, el estudio se centra en el análisis sistemático de los términos legal, ilegal, miedo, amenaza, peligro, riesgo, autonomía, elección y libertad en intervenciones parlamentarias de distintos partidos políticos en el período 2022–2023.
Estas unidades léxicas se abordan como parte de un mismo dispositivo retórico que denominamos eje securitario-libertario, el cual articula simultáneamente la construcción de escenarios de amenaza y la reivindicación de la libertad como valor en riesgo. Siguiendo a Cislaru (2012) y Widmann (2021), se parte de la premisa de que la movilización emocional constituye un recurso central en la retórica política contemporánea. Asimismo, en línea con Luginbühl (2007) y Perelló-Saletas (2016), se analiza cómo determinadas estrategias de confrontación verbal e intensificación léxica contribuyen a la normalización de la hostilidad en el debate parlamentario. Este marco organiza el discurso político a nivel argumentativo y, al mismo tiempo, contribuye a modelar el imaginario colectivo al instalar una representación dicotómica de la realidad social basada en la oposición orden/peligro y libertad/control.
Metodológicamente, se han compilado dos corpus comparables en español y portugués brasileño, integrados por intervenciones parlamentarias de 2022 y 2023. El análisis pragmático del corpus examina frecuencias relativas, patrones de coocurrencia, colocaciones y polaridad semántica, con el fin de identificar regularidades discursivas y diferencias contextuales entre partidos y bloques parlamentarios.
Se plantea como hipótesis que, en distintos contextos parlamentarios, los discursos se alinean a lo largo del eje securitario-libertario, articulando una lógica dicotómica basada en la oposición orden/amenaza, donde la legalidad se presenta como baluarte frente al peligro externo o interno, mientras que libertad, autonomía y elección son resignificadas según la orientación ideológica y estratégica de cada partido. La comparación interlingüística permite identificar patrones transnacionales de polarización afectiva y adaptación cultural.
“La naturaleza no se vende”: significados en tensión en el paisaje semiótico de la protesta por la protección de la naturaleza en Chile
ABSTRACT. Una de las primeras medidas adoptadas a días de asumir la presidencia en Chile, José Antonio Kast (11 de marzo de 2026), fue el retiro de 43 decretos de ley del Ministerio del Medio Ambiente que se encontraban en la Contraloría de la República para su toma de razón. Frente a esta situación, las organizaciones ambientales del país convocaron a una marcha por la protección de la naturaleza en el Día Mundial del Agua (22 de marzo de 2026). Los/las manifestantes se reunieron en diversas ciudades para expresar su descontento por el retiro de los decretos a través del uso de diferentes artefactos multimodales que involucran imágenes, colores y textos, como lienzos, afiches, stencil y pancartas entre otros creando un paisaje semiótico de protesta (Cárdenas-Neira, & Pérez-Arredondo, 2021). Desde la perspectiva sociosemiótica, los signos se orquestan para configurar unidades significativas en contextos determinados (Kress y van Leeuwen, 2006/2021). En este marco surge la interrogante sobre ¿cuáles son los significados que se están negociando en estos artefactos semióticos presentes en el contexto del paisaje semiótico de protesta? La investigación explora los significados que se negocian en los artefactos semióticos relativos a la protesta por la protección de la naturaleza. La investigación es cualitativa, de diseño interpretativo, con perspectiva de los estudios críticos y multimodales. El corpus se compone de una muestra de 150 imágenes recopiladas el 22 de marzo del 2026 en la ciudad de Valparaíso. El criterio de selección radica en que las representaciones se enfocaran en los actores sociales involucrados en la protesta como motivo preferente y en torno a los cuales se construyen multimodalmente significados. El análisis se realizó en el marco de la Lingüística Sistémico Funcional con las herramientas para el mapeo de significados interpersonales de la gramática visual (Kress y van Leeuwen, 2006; Painter, Martin & Unsworth, 2012) y el sistema de VALORACIÓN (Martin y White, 2005; Hood, 2019; Oteíza, 2021, 2023; Contreras y Oteíza, 2025; Matus, 2026). Los resultados evidencian coherencia intermodal entre los modos visual y verbal. Se presentan dos actores sociales que se tensionan a través de la organización de los recursos en ambos modos: la naturaleza (fauna) y José Antonio Kast. En el modo visual se evidencia la representación de la naturaleza y de los animales como objeto de protección mediante el uso de colores, símbolos e ilustraciones de estilo genérico (Painter et al., 2012). Por su parte, en el modo verbal, con diferente GRADACIÓN, se presenta en COMPROMISO el cierre del espacio dialógico a través de prohibiciones y negaciones, así como en ACTITUD significados negativos de JUICIO: sanción social: integridad sobre quienes pretenden instrumentalizar la naturaleza con fines económicos.
Celas em produção: uma análise sistêmico-funcional de redações do enem em espaços de privação de liberdade
ABSTRACT. Este estudo analisa redações produzidas por estudantes de escolas presídio no contexto do Exame Nacional do Ensino Médio para Pessoas Privadas de Liberdade (ENEM PPL) com o objetivo de compreender como os discentes constroem o texto dissertativo-argumentativo, solicitado pelo exame, levando em consideração a construção de sentidos à luz da Linguística Sistêmico Funcional. Fundamentado nos pressupostos teóricos de Halliday (2002), Fuzer e Cabral (2023), Martin e Rose (2002), este estudo surge a partir do entendimento da concepção de linguagem como prática social e tem como eixo analítico as metafunções textuais: ideacional, interpessoal e textual. No tocante à metodologia, trata-se de uma pesquisa qualitativa de natureza explicativa, cujo corpus é formado por produções escritas de alunos privados de liberdade. A análise dos textos, coletados em duas escolas prisionais de Pernambuco, busca observar como os sujeitos participantes constroem posicionamentos críticos, organizam o texto linguisticamente e empregam repertórios relacionando esses aspectos às exigências avaliativas da redação do ENEM PPL. Para os textos coletados, utilizamos a análise textual interpretativa. Os resultados, por sua vez, apontam que os textos apresentam fragilidades na estrutura do gênero e na construção argumentativa, porém, revelam construções de sentidos claras, principalmente na relação do tema com situações sociais e no uso de mecanismos de textualização. Por conseguinte, verificou-se que a LSF amplia a compreensão do processo de escrita no contexto prisional, uma vez que o olhar para os significados produzidos sobrepõe-se às análises meramente gramaticais. Dessa forma, este estudo contribuiu não só para a formação de professores de Língua Portuguesa, mas também para o ensino do texto dissertativo-argumentativo em espaços de privação de liberdade destacando, sobretudo, as especificidades sociolinguísticas dos alunos reclusos de liberdade.
HALLIDAY, M.A.K. Dimensions of discourses analysis:grammar. In WEBSTER,J.J. On grammar.v1 in the collected Works of M.A.K. Halliday. London and New York: Continium, 2002.
FUZER, C.; CABRAL, S. Introdução aos sistemas discursivos em Linguística Sistêmico Funcional. Santa Maria, RS: UFSM, CAL, PPGL,2023.
MARTIN, J.R.; ROSE, D. Working with Discourse: meaning beyond the clause. London and New York: Continium,2002.
Written vs. video instructions: a multimodal perspective on reading comprehension
ABSTRACT. This paper analyzes the instructional genre from a comparative and multimodal perspective, focusing on two prevalent formats in the field of Management Information Systems: written instructions and video-based instructions. The aim is to explore which features of each format facilitate or hinder students’ comprehension, and to determine to what extent access to multimodality fosters engagement with and understanding of procedural texts. Traditionally, the instructional genre has been approached through written formats such as manuals, step-by-step guides, and technical documentation. These texts are characterized by a clear sequence of actions, the use of imperative forms, and a focus on precision and clarity. However, in contemporary digital environments, video-based instructions—such as online tutorials—have gained prominence by incorporating audiovisual elements that demonstrate processes in real time. From a multimodal perspective, both formats integrate various semiotic modes (linguistic, visual, spatial, auditory, and gestural), although they do so in different ways and with varying degrees of user control. In terms of affordances, written instructions allow for greater control over reading pace, enabling students to reread, scan, and locate specific information. Their structured layout—often including headings, numbering, and typographic cues—supports comprehension and organization. In contrast, video instructions can enhance understanding of complex procedures by visually demonstrating actions, combining narration, movement, and visual cues. This integration may reduce the cognitive load associated with interpreting abstract verbal descriptions, particularly for students with limited proficiency in technical language. Nevertheless, each format also presents specific challenges. Written instructions may pose difficulties related to specialized vocabulary, dense information, and the need to infer actions from textual descriptions. Video instructions, while often more accessible at an initial level, may hinder the retrieval of specific information, complicate note-taking, and limit learners’ control over pacing—especially when lacking segmentation or subtitles.From a translation perspective, the study draws on the notion of intersemiotic translation to examine how students interpret, reformulate, and produce instructional content across languages and modes. Tasks such as transforming a written guide into a video tutorial, or subtitling and summarizing audiovisual materials, are understood as acts of meaning-making that require not only linguistic competence but also multimodal awareness. Methodologically, the study is based on the analysis of an instructional video and a wrriten instruction, complemented by classroom activities in which students engage in comprehension, comparison, translation, and production tasks. Preliminary findings suggest that multimodality alone does not guarantee improved comprehension; however, it expands access to knowledge when combined with appropriate pedagogical mediation. The integration of written and video instructions, along with translation-based tasks, supports a deeper understanding of the instructional genre and fosters the development of communicative and professional competencies relevant to digital environments.